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Posts Tagged ‘planeta terra’

Ontem, dia 24 de junho, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou o projeto de lei que determina a substituição gradual pelos estabelecimentos comerciais de sacolas de plástico por outras mais resistentes e reutilizáveis.

No dia 23, terça-feira, o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, já havia lançado em São Paulo uma campanha para incentivar a substituição das sacolas plásticas. Na ação do Ministro, um dos principais objetivos é incentivar a substituição de sacolas plásticas, utilizando outras formas de transportar compras e acondicionar o lixo, por exemplo.

Em matéria publicada pela Agência Brasil, os dados da Associação Brasileira de Supemercados (Abras) sobre o consumo de sacolas plásticas no país assustam: o Brasil consome a cada ano 12 bilhões de sacolas plásticas e cada brasileiro usa em torno de 66 unidades por mês.

Reutilizar, reduzir, reciclar

Reutilizar, reduzir, reciclar

As decisões tomadas pelo Governo do Estado e pelo Ministério do Meio Ambiente são motivo de comemoração para a Rede Mundo Verde, já que a preocupação com a diminuição de resíduos plásticos sempre esteve presente nas ações da empresa, através de projetos como a campanha “Eu amo o Mundo” e o desenvolvimento da Ecobag Mundo Consciente.

Isabel Antune Joffe, membro da diretoria do Mundo Verde, acredita que já passou da hora de o Brasil tomar ações ecologicamente responsáveis em relação aos resíduos, ao lixo e à reciclagem.

A preocupação com o plástico é uma das metas diárias que o Mundo Verde promove em suas lojas. Em um post de março de 2009 já falamos sobre a reutilização das sacolas plásticas como sendo o meio mais eficaz de diminuir o consumo e cuidar do meio-ambiente.

Sabemos que em muitas lojas da Rede as sacolas plásticas ainda são utilizadas, mas estamos em constante busca por opções de substituição que sejam práticas e viáveis. Acima de tudo, o Mundo Verde acredita no poder de decisão de nossos clientes e consumidores, que diariamente freqüentam nossas lojas em busca de um estilo de vida mais saudável e aderindo à nossa filosofia do bem-estar.

Há uma necessidade de mudar os hábitos culturais da população para que se acostumem a evitar ao máximo a utilização de sacolas plásticas em todo e qualquer tipo de compra.

Bolsa Mundo Consciente

Bolsa Mundo Consciente

A responsabilidade sócio-ambiental é de todos, e depende de uma educação diária para que comecemos a perceber os impactos que as mudanças de nossas atitudes podem trazer.

Participe desse movimento e comece a substituir o plástico pelas ecobags. Afinal de contas, a Terra não é descartável! O Mundo Verde disponibiliza em suas lojas a Bolsa Mundo Consciente, para que os interessados adotem uma atitude inteligente em prol do planeta. Comece a fazer a diferença, seja com a Bolsa Mundo Consciente ou com outras bolsas de palha, juta ou tecido.

Preserve o VERDE, O MUNDO é seu!

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Refletir sobre formas de transformar o mundo em um lugar mais ético é uma maneira de contribuir com a melhora do Planeta.

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  • Não prejudique a terra: Você tem reaproveitado as sobras dos alimentos? Seus utensílios domésticos são seguros para o meio ambiente? Os alimentos que você come e os produtos que você compra fazem mal ao meio ambiente?
  • Respeite os animais: Você é sensível ao ideal vegetariano? Os seus cosméticos são testados em animais? Você colabora para o bem-estar dos animais?
  • Proteja seu corpo: Você está se cuidando com dieta natural e orgânica, com exercícios físicos e meditação?
  • Proteja trabalhadores e consumidores contra a exploração: Você tem o hábito de ler os rótulos dos alimentos? Você exige a verdade  dos anúncios publicitários? Você se sensibiliza com as questões relacionadas à mão de obra empregada em alguns alimentos?
  • Promova a justiça através da partilha de alimentos, dinheiro  e tempo com aqueles que estão passando por dificuldades e, se possível, dinheiro: Você formalmente reserva uma quantia de seu tempo ou de dinheiro para ajudar o próximo? Você valoriza companhias que preservam a vida e o mundo?
  • Deixe que a terra descanse a cada sete anos: Como você está promovendo o uso democrático da tecnologia? Você sabe como a tecnologia influencia seu discernimento acerca do significado da vida?

Bom fim de semana a todos! Reflitam sempre sobre o que podemos fazer por um mundo melhor e mais verde!

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Estamos sempre pesquisando sobre alguns temas bacanas e idéias para melhorar o planeta. Nas últimas pesquisas, achamos um assunto que pode interessar a muitas mulheres, especialmente às mamães com bebês pequenos: a utilização das fraldas de pano no lugar das descartáveis.

É um tema bom para se pensar, pois desde pequenos os bebês já podem fazer uma grande diferença, mesmo que ainda não se dêem conta disso!

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Em 2008 uma pesquisa na Grã-Bretanha registrou um aumento de 6% no uso de fraldas de pano no lugar das descartáveis, de 2005 a 2007. No ano da pesquisa, esse consumo chegou a 8% dos pais com filhos que ainda usam fraldas.

Atualmente, o debate já tem sido mais recorrente no Brasil, com muitas famílias se adequando ao uso das fraldas de pano. Pensando em diminuir o impacto das descartáveis mães de bebês pequenos evitam as descartáveis, cujas milhares de unidades são jogadas diariamente nos lixões por todo o país, onde ficam por anos em decomposição.

A questão é polêmica, já que alguns estudiosos alertam que a troca das fraldas descartáveis pelas de pano aumenta também o consumo de água e detergente, como afirma o biólogo Mario Moscatelli em matéria publicada no portal G1 em abril de 2009.

Por outro lado, há quem defenda o uso das fraldas de pano afirmando que 65 delas podem substituir até 5500 unidades das fraldas desacartáveis. E entre a decomposição do plástico e a reutilização da água, a segunda opção é a que menos prejudica o meio ambiente.

Modelo da marca americana FuzziBunz

Modelo da marca americana FuzziBunz

Para saber mais sobre o tema, confira os links abaixos, de blogs e sites que falam sobre as fraldas e dão dicas de utilização, onde encontrar, como diminuir os impactos do planeta.

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Hoje, cinco de junho, é Dia do Meio Ambiente, e o Mundo Verde traz para você uma reflexão sobre seu papel como cidadão em ação no mundo.

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Conhecem o termo “Inteligência Ecológica”? Ele é de autoria de Daniel Goleman, psicólogo americano, escritor e jornalista de ciência, autor também dos livros “Inteligência Emocional”, “Inteligência Social”, entre outros.

Depois do sucesso de seus primeiros livros, Daniel Goleman desenvolveu o  conceito de inteligência ecológica, que consiste na compreensão dos impactos ecológicos ocultos no cotidiano e na determinação de fundamental melhoria no meio ambiente.

Isabel Antunes Joffe, membro da diretoria da rede Mundo Verde, explica que o conceito de inteligência ecológica pode se traduzir na compreensão de que, independente de sermos um simples consumidor, o responsável pelas compras de uma empresa ou o diretor de produto, o conhecimento do impacto ecológico daquilo que adquirimos, fabricamos ou vendemos é essencial para tomar decisões de acordo com nossos valores e, desta forma, influenciar positivamente nosso futuro e o do planeta.

Para os consumidores, a inteligência ecológica é a chave que nos permite ditar ao mercado o que queremos e esperamos de uma empresa, respeitando os nossos valores.

Para as empresas, a inteligência ecológica significa modificar os processos industriais tendo em conta suas conseqüências ambientais.

Para o empresário do século XXI,  consiste na “transparência radical” do produto.

Deste modo, o mundo do comércio pode ir se corrigindo, não somente em nome da responsabilidade, mas também na busca do beneficio, desbloqueando o velho antagonismo entre os objetivos da empresa e os do interesse público.

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O conceito de inteligência ecológica mostra que podemos e devemos atuar como jogadores ativos ao determinar o curso do planeta, da nossa saúde e do nosso destino comum.

Neste dia do meio ambiente, fica a dica do Mundo Verde para que todos os que acompanham o Blog passem a desenvolver sua inteligência ecológica, lutando para que nossas atitudes estejam de acordo com as necessidades do planeta.

Feliz dia do Meio Ambiente!

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Ainda pensando em pequenas atitudes que podem mudar o mundo na Semana do Meio Ambiente, vamos compartilhar com vocês um pouquinho da realidade da rede Mundo Verde e de nossos esforços para trazer para o dia-a-dia de trabalho algumas ações ecologicamente corretas.

Uma atitude simples como a limpeza da sua casa ou do seu escritório pode contribuir para a degradação ou para a salvação do meio ambiente, dependendo dos produtos escolhidos para a faxina. Além disso, alguns produtos também trazem problemas e irritação para a pele.

Cuidados na hora da faxina também podem colaborar com o meio ambiente

Cuidados na hora da faxina também podem colaborar com o meio ambiente

Confira a solução que o Mundo Verde encontrou para uma faxina mais ecológica:

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O desafio de limpar o escritório da franquia Mundo Verde sem poluir o mundo!

A faxineira Márcia Regina Amorim da Silva vai às compras com uma sacola Mundo Consciente na mão e atitudes inteligentes na cabeça! Ao invés de comprar materiais de limpeza industrializados, Márcia escolhe na prateleira vinagre branco, limão, bicarbonato. Não, ela não vai temperar salada ou adicionar ingredientes a um bolo. Márcia está escolhendo os principais ingredientes dos produtos de limpeza utilizados pela franquia Mundo Verde.

Mãos à obra na faxina!

Mãos à obra na faxina!

Márcia utiliza o limão, o bicarbonato e o vinagre como produtos de limpeza naturais, que não deixam resíduos irritantes ou prejudiciais à saúde, como os de cloro, formaldeído e solventes. Ela dá algumas dicas práticas e econômicas, que diminuem a necessidade do uso de produtos químicos:

  • Varrer a sujeira, usando menos o aspirador de pó e mais o pano de pó;
  • Tirar o pó das lâmpadas, pois estando empoeiradas gastam mais energia;
  • Utilizar panos, que são laváveis e reutilizáveis, ao invés de toalhas de papel na copa ou cozinha;
  • Limpar os tapetes com a vassoura ecológica, feita de garrafas pet;
  • Limpar vidros, azulejos, vasos sanitários e espelhos, usando vinagre branco e água na mesma proporção;
  • Limpar pias, bidês e vasos sanitários em banheiros com bicarbonato de sódio, substituindo o cloro na remoção de limo. Basta deixá-lo agir por uma hora e depois retirar o limo com uma mistura de suco de limão e sal;
  • Desinfetar ambientes, resgatando o hábito do uso da água quente combinada com sabão;
  • Purificar o ar, usando uma mistura de ervas com suco de limão ou vinagre.
Para uma faxina ainda mais ecológica, nada como a vassoura de pet!

Para uma faxina ainda mais ecológica, nada como a vassoura de pet!

A preferência pelo vinagre é uma herança da família de Márcia. A avó dela sempre usou o produto na limpeza. Tal receita foi transmitida para sua mãe e para ela. “Armários podem ser limpos com vinagre. Este tira cheiro de mofo, de madeira velha, mata traças, é ótimo”, elogia com um grande sorriso nos lábios.

FIQUE ATENTO!

Produtos de limpeza sintéticos, usados no dia-a-dia, poluem as águas: sabonetes, shampoos, cremes dentais, sabão em pó, desinfetantes, detergentes, limpa-vidros, amaciante, solventes, água sanitária (com 2% de cloro ativo), amoníaco, cloro, formaldeído, etc.

PROBLEMAS NA PELE:

A dermatologista Renata Antunes Joffe, do Columbia University Medical Center, em Nova Iorque, EUA e sócia da empresa, explica que a dermatite das mãos é o problema mais comum entre pacientes que apresentam exposição contínua a sabão (muito alcalino) e detergentes, cujos sintomas são: coceira, ressecamento, descamação e rachaduras.

Renata também adverte a ocorrência de outros problemas, tais como: dermatite de contato irritativa, inflamação da pele causada pelo contato constante com componentes, que são muito ácidos ou muito básicos.

FAXINA VERDE: EFICAZ E ECONÔMICA

Algumas receitas caseiras para a limpeza ecológica:

  • Limão como substituto da água sanitária, do cloro e solvente.
  • Limão misturado ao sal forma uma pasta de limpeza eficaz. Sua acidez remove a sujeira e as manchas de ferrugem.
  • Roupas amareladas: Coloque-as de molho em água com pedaços de limão. Elas ficarão brancas e cheirosas.
  • Roupas com manchas de suco e molho de tomate: Esfregue a roupa com limão, enxágüe e deixe secar.
  • Limpeza das bocas do fogão: Esfregue com uma esponja de aço, suco de limão com sal ou bicarbonato de sódio.
  • Cera: Misturar uma parte de óleo de linhaça, com outra parte de suco de limão. Aplique com uma flanela.
  • Porcelana: Esfregar com meio limão.
  • Pratos e talheres: O limão tira a gordura, deixando-os brilhantes.
  • Lustra-Móveis: Fazer uma solução de uma parte de suco de limão e duas partes de óleo vegetal. Usar uma flanela para dar brilho.

Produto Limpa tudo: Solução de 4 colheres de sopa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Adicione uma colher de suco de limão, para dissolver a gordura.

Na semana do meio-ambiente, repense! Reduza, reutilize, recicle!

Na semana do meio-ambiente, repense! Reduza, reutilize, recicle!

 

Testem essas dicas nas suas casas e escritórios e contem para gente como foi a experiência! O Mundo Verde quer saber também o que você faz para diminuir os efeitos nocivos da limpeza na sua saúde e no meio ambiente!

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Na próxima sexta, dia 5 de junho, será comemorado o Dia do Meio Ambiente. Para entrar no clima da preservação e incentivar os cuidados com o planeta, durante esta semana o Blog Mundo Verde vai postar informações que podem colaborar com a salvação do meio ambiente.

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Hoje vamos começar com o artigo de Isabela Antunes Joffe, correspondente do site e do informativo Mundo Verde em Nova Iorque. Isabela preparou um material super bacana falando sobre os filtros de ar natural. Confira:

Plante essa idéia no seu mundo: Filtro de ar natural

Na década de 1970, iniciou-se um projeto de pesquisa entre a Nasa (Agência Espacial Americana) e a Alca (Associação dos Empreiteiros de Paisagismo dos Estados Unidos), cujo objetivo era o de identificar as plantas que, através de suas características, ajudariam a despoluir os ambientes internos e fechados.

Já é sabido que a má qualidade do ar causa, frequentemente, problemas de desconforto e de saúde nas pessoas. Quando um percentual significativo de ocupantes de um determinado espaço apresenta sintomas persistentes (alergia, dor de cabeça, dor de garganta, irritação dos olhos e das mucosas, problemas respiratórios, tonturas, náuseas e fadiga), não atribuíveis a fatores pessoais de sensibilidade ou doença, e que desaparecem pouco tempo depois da saída de uma casa ou de um prédio, fica evidente que tais sintomas estão relacionados com a “Síndrome do Prédio ou da Casa Doente”.

Assim, lugares confinados, com pouca ou nenhuma renovação do ar, tornam-se rapidamente desagradáveis e até irrespiráveis, pela acumulação dos poluentes gerados internamente.

Tipos de agentes:

Agentes biológicos: bactérias, vírus, fungos, mofo, protozoários, algas, odores corporais.

Agentes químicos: monóxido de carbono, bióxido de carbono, bióxido de nitrogênio, ozônio, formaldeído, solventes, fumaça de tabaco e diversos outros compostos químicos voláteis.

Agentes inertes respiráveis: microfibras de amianto, de lã de vidro, fibras naturais, diversas poeiras.

Mais sobre a pesquisa

Bill Wolverton, engenheiro ambiental e ex-pesquisador da Nasa, autor do livro “Plants: how they contribute to human health and well-being” (Plantas, como elas contribuem para a saúde e o bem-estar), tem a missão de esclarecer e de ensinar como se livrar desse tipo de poluição, via plantas filtradoras do ar. Sua experiência baseia-se na base espacial Skylab, onde mais de 100 tipos de substâncias poluidoras foram encontradas dentro das naves.

Clique na foto e conheça uma história de plantas no escritório que deu certo

Clique na foto e conheça uma história de plantas no escritório que deu certo

Estas pesquisas levaram a EPA – Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (U.S. Environmental Protection Agency) a vistoriar prédios públicos (escritórios, hospitais, creches etc.), identificando mais de 900 poluentes transportados pelo ar.

Eis os elementos prevalecentes:

  1. Formaldeído (formol) – considerado altamente tóxico e cancerígeno, presente nos móveis de escritório, na fumaça de cigarros, nos gases de aquecimento e da refrigeração, nos produtos de limpeza doméstica e industrial, nas sacolas plastificadas, nos copos e materiais descartáveis, nos adesivos para carpete e materiais retardadores do fogo, nos materiais de construção, vidros, espelhos, roupas e até no papel higiênico;
  2. Benzeno – encontrado na gasolina, em tintas, em borrachas, plásticos e óleos.
  3. Xileno – Considerado cancerígeno. Ao ser inalado, este produto inflamável ocasiona irritação dos olhos, tontura, dor de cabeça e perda de consciência. Se ingerido, provoca pneumonia. As indústrias de canetas já estão retirando o xileno da composição de seus produtos, devido aos seus malefícios.
  4. TCE (Tricloroetileno ou tricloreteno) – encontrado em fontes de águas subterrâneas e águas superficiais como resíduo acumulado da atividade humana – fabrico, utilização e eliminação; tintas, tintas para impressora, monitores, seladores, vernizes, adesivos, tapeçarias, fumaça de cigarros, amoníaco, álcool e acetona (carpetes e cosméticos).

A solução do Dr. B.C. Wolverton, de Anne Johnson e Keith Bounds – especialistas e pesquisadores em fisiologia vegetal – está disponível na natureza, através de plantas de fácil cultivo em locais com pouca luz, cujos filtros naturais são capazes de neutralizar a poluição interna.

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As folhagens e flores estudadas possuem elevada capacidade de reter, filtrar e eliminar agentes nocivos.  Além disso, as raízes e as bactérias do solo ajudam na eliminação de vapores tóxicos.

Dentre elas, destacam-se as arecas, palmeiras-ráfis (consideradas mais eficientes), dracenas, samambaias e babosa. Para um ambiente de fumantes, por exemplo, a dracena ou o clorofito são as opções adequadas. Para ajudar a manter o ar livre dos químicos dos detergentes, os antúrios são indicados. Um colecionador de arte e de quadros deve investir nas gérberas ou crisântemos, que são despoluidoras do benzeno, bem como a hera, a palmeira chamaedorea, a espada-de-são-jorge e o lírio-da-paz.

Plantas para um ar puro (nome científico e nome comum):

  1. Chamaedorea seifritzii – Palmeira chamaedorea
  2. Hedera helix – Hera
  3. Gerbera jamesonii – Gérbera, margarida-da-áfrica, margarida-do-transvaal
  4. Dracaena “Janet Craig” –Dracenas
  5. Dracaena marginata – Dracenas
  6. Dracaena massangeana – Dracenas
  7. Sansevieria laurentii – Espada-de-são-jorge, rabo-de-lagarto, língua-de-sogra, sansevéri.
  8. Chrysantheium morifolium – Crisantemum, Crisântemo, crisântemo-da-china, crisântemo-do-japão, monsenhor.
  9. Spathiphyllum “Mauna Loa” – Lírio-da-paz, bandeira-branca, espatifilo.
  10. Dracaena “Warneckii” – Dracenas

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ATENÇÃO:

  1. Colocar uma planta para cada dez metros quadrados.
  2. Plantá-la numa boa terra e aguardar cerca de 7 dias para sua adaptação e para iniciar o processo de  “despoluição”.
  3. Limpá-la, fazendo sua manutenção para que seu filtro natural não fique “entupido”.
  4. O excesso de plantas pode causar o efeito contrário, devido ao excesso de umidade.

MÃOS À TERRA!

Você pode embelezar sua casa ou escritório e filtrar as partículas perigosas que flutuam no ar, despoluindo o seu ambiente, principalmente no inverno, quando o tempo não permite um arejamento adequado, tornando seu ambiente mais agradável.

Deste modo, vamos nos sentir melhor, trabalhar melhor e “curtir” melhor a vida e o nosso mundo!

É a nossa saúde, é o nosso Bem-Estar!

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Esta semana circularam pela imprensa do Brasil notícias sobre um vazamento de material radioativo que aconteceu no dia 15 de maio na Usina Nuclear de Angra 2, em Angra dos Reis (RJ). A circulação de material ocorreu após um funcionário da limpeza ter esquecido uma porta aberta, permitindo que quatro pessoas que estavam próximas ao local fossem contaminadas por urânio.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a Prefeitura de Angra dos Reis afirmou que não houve danos ao ambiente, nem para os trabalhadores da usina ou para a população, e os quatro funcionário infectados passaram por uma descontaminação. Felizmente, as consequências não foram graves, mas o acidente gera a necessidade de iniciar um debate sobre as fontes de energia utilizadas no país.

A questão das fontes de energia é polêmica e controversa. Por serem também fonte de riquezas e muitas vezes servirem como base da economia de alguns países, os recursos naturais como o petróleo, o carvão e a energia nuclear tornam-se fontes de exploração que levam à poluição da atmosfera e do ecossistema. Essas fontes, conhecidas como “tradicionais”, encontram-se muitas vezes na contramão dos esforços para a  sustentabilidade e a preservação. São fontes finitas, não-renováveis, que causam estragos e são uma constante ameaça ao Planeta Terra.

Pensando nessa questão ecológica, o Mundo Verde defende a utilização das fontes alternativas ou renováveis de energia, como a energia solar, eólica, hídrica e a biomassa, cujo uso não prejudica a natureza.

planeta com muda menorA utilização em grande escala dessas fontes de energia renováveis ainda enfrenta problemas estruturais; há dificuldades diversas para que sejam implantadas, e seus custos também são maiores. Mas vale levantar a bandeira das energias renováveis e lutar para que seu uso seja iniciado paralelamente ao uso das energias tradicionais.

Tipos de energia renovável

O portal Planeta Orgânico apresenta um resumo interessante sobre os tipos de energias renováveis. Confira:

  • Energia Solar – praticamente inesgotável, pode ser usada para a produção de eletricidade através de painéis solares e células fotovoltaicas. No Brasil, a quantidade de sol abundante durante quase todo o ano estimula o uso deste recurso.solar menor
  • Energia Eólica – é a energia gerada pelo vento. Utilizada há anos sob a forma de moinhos de vento, pode ser canalizada pelas modernas turbinas eólicas ou pelo tradicional cata-vento. Os especialistas explicam que no Brasil há ventos favoráveis para a ampliação dos instrumentos eólicos.éolica menor
  • Energia Hídrica – é aquela que utiliza a força cinética das águas de um rio e a converte em energia elétrica, com a rotação de uma turbina hidráulica.
  • Biomassa – A biomassa sólida tem como fonte os produtos e resíduos da agricultura (incluindo substâncias vegetais e animais), os resíduos das florestas e a fração biodegradável dos resíduos industriais e urbanos. A biomassa líquida existe em uma série de biocombustíveis líquidos com potencial de utilização, todos com origem nas chamadas “culturas energéticas”. Já a biomassa gasosa é encontrada nos efluentes agropecuários provenientes da agroindústria e do meio urbano. É achada também nos aterros de resíduos sólidos urbanos.

O portal apresenta também informações sobre outras fontes alternativas de energia. Se você tiver interesse pelo assunto, acesse para saber mais.

Conhece algum caso de sucesso de utilização das energias renováveis? Queremos saber! Deixe também um comentário sobre qual a sua opinião sobre o uso das energias tradicionais.

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